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BCM News Nº11

08 de junho de 2016 Edição Nº11
Seguradoras e continuidade de negócios
   
     Em julho do ano passado, a SUSEP - Superintendência dos Seguros Privados - divulgou a circular 517, que, entre outras coisas, obriga as seguradoras privadas a adotarem Planos de Continuidade de Negócios. Dentro de um capítulo denominado "Da Estrutura de Gestão de Riscos", a entidade orienta as empresas do
ramo a adotarem práticas conhecidas da Gestão de Continuidade de Negócios (GCM). Além dos planos de continuidade, as empresas são orientadas a conduzir uma avaliação de riscos, a detectar o possível impacto destes riscos nos seus negócios (BIA), assim como a conduzir testes periódios destes planos.

   As medidas indicadas pela Superintenência dos Seguros Privados está em conformidade com o que é discutido e indicado por profissionais e regulamentações como as melhores práticas da continuidade de negócios. Uma vez adotadas, estas políticas tendem a minimizar a possibilidade de interrupção dos serviços das seguradoras, assim como os possíveis impactos caso essa interrupção venha se concretizar. A avaliação dos riscos, por exemplo, se realizada com precisão, aponta as vulnerabilidades a que a empresa está exposta, além de indicar os meios adequadas para mitigar estes riscos. Já a análise de impacto nos negócios indica quais os processos de negócios são mais críticos para a empresa, e, portanto, deveriam ser recuperados com mais celeridade em caso de interrupção. Por fim, os planos, caso sejam regularmente testados, como sugerido pela circular da SUSEP, garante que as seguradoras não sejam pegas de surpresa com um possível desastre ou incidente, e que seus funcinários estejam amplamente capacitados a executarem as atividades necessárias para retomar as atividades da empresa a um patamar de normalidade.

  Vale ressaltar que, considerando que a Gestão de Continuidade de Negócios envolve várias disciplinas (BIA, Riscos, Planos, Testes...) e que exige a articulação de todos os departamentos envolvidos numa empresa, gerando uma grande quantidade de informações, a chance dessas políticas serem implamantadas com sucesso cresce consideravelmente caso as seguradoras adotem um software de GCM. Ferramentas com essa finalidade, como o RPX - ferramenta de GCM da RecoveryPlanner - não só garantem que as empresas estão construindo suas políticas de acordo com as práticas indicadas por especilistas e legislação, como facilitam a comunicação entre setores da empresa, permitem a delegação de tarefas pelos gestores, automatizam o cálculo de riscos e impactos, além de oferecer uma plataforma para teste em tempo real dos planos, incluindo, inclusive, ferramentas para notificação dos funcionários.

  Não deixe de contatar a RecoveryPlanner Brasil para solicitar uma demonstração do RPX, e saber mais sobre como ele pode auxiliar a sua empresa a atender as regulamentações, ao construir uma política de GCM sólida e capaz de protejer sua empresa contra possíves atentados a sua continuidade dos seus negócios.

 
 
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